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Comentários
Dez elefantes

Ficção | De Eva Randolph | 2008 | 15 min | RJ

9 Comentários
Por Gloria Teresa Gonçalves - Usuário | 22/07/2013

A descoberta de si mesmo. O silêncio em que a quantidade esmagadora de crianças vive.....a dificuldade de ser criança. A vida no campo, que favorece à introspecção.
Por Celia Regina Nunes - Usuário | 18/07/2013

imperdivel, para o trabalho com leitura literária
Por Esther Di Nardo - Professor | 04/01/2011

Adorei.. Voltei no tempo e lembrei dos medos mais sem sentido, dos desafios de ser criança, das adversidades e das dificuldades de relacionamento entre diferentes idades, inclusive com os adultos. Mostra o sentimento e as emoções, no silêncio .... Parabéns!
Por Júlia Miranda - Usuário | 01/05/2010

Achei o resultado do filme otimooo! Adorei fazer ele e obrigada pela oportuninade! Bjss a td o elenco e saudades!! Um espetáculo de filme!!!
Por Romulo Gustavo dos Santos - Professor | 28/01/2010

Bucolismo e nostalgia....q delicia ver esse filme... pra quem foi criado nesses pombais de pedra não saberão sentir a sutileza do filme, os pequenos gestos de coragem e os medos mais sem sentido...
Por Lázaro Eurípedes Cardoso - Usuário | 28/01/2010

Nossa que filme chato. 15 minutos que não acabavam nunca.
Por Marcio Eduardo Cury - Usuário | 28/01/2010

A vida na roça não é o que se imagina(um mar de rosas), principalmente pra quem nasceu e viveu a infância e toda a vida em uma cidade. Mas têm seus encantos.
Por Heverton Souza Lima - Usuário | 28/01/2010

Adorei. A construção do tempo, pela montagem e pela contemplação, envolve os personagens (muito bem dirigidos) para dentro deles mesmos. Parabéns pela direção. Excelente trabalho da Bia e do Daniel na fotografia! Abraço.
Por Neide Rejane de M.Cantarelli - Usuário | 28/01/2010

Este filme é o que eu chamaria de retrato do que é ser criança: caminhos livres, verdes e azuis. Por onde passas agora? Quem passa por ti, agora sorri a futura dor de ter de crescer, porque és criança e andas em linha torta, vives rodopiando, sonhando e bricando, enquanto és criança, voltarás às calçadas num canto infantil, na consciência de um anjo adormecido, pela ingenuidade e fantasia.